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Comida de Rua para Ocupação dos Espaços Públicos

Comida de Rua para Ocupação dos Espaços Públicos

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No mundo inteiro muitas metrópoles oferecem ótima oferta de comida de rua. Em São Paulo não. Até novembro do ano passado apenas os carrinhos de cachorro quente tinham a permissão para trabalhar nas ruas da cidade. Nas feiras livres encontravam-se apenas pasteis à venda. A única excessão eram as barracas de comida da feirinha da Liberdade aos finais de semana.

Em novembro de 2013 foi aprovada uma lei que regulariza a comida de rua em São Paulo. Esta foi uma batalha travada por grandes nomes da gastronomia paulistana. Inflamados pela discussão dos altos preços praticados nos restaurantes da cidade, justificados pela abusiva cobrança de impostos para manterem abertas as portas de seus estabelecimentos, vários chefes de cozinha se uniram com o propósito de conquistar as ruas para oferecer uma comida elaborada com ingredientes de qualidade e técnica profissional, vendida a preços bastante razoáveis. Até Alex Atala, o 6° melhor chefe do mundo, segundo a revista inglesa Restaurant, foi por diversas vezes as sessões sobre o assunto no plenário da Câmara dos Vereadores para defender a comida de rua.

O movimento tomou força quando alguns profissionais promoveram eventos independentes para testar o público e a demanda por comida de rua. O primeiro deles foi realizado pelos chefes Checho Gonzales e Henrique Fogaça, junto com outros profissionais, na primeira edição do festival gastronômico O Mercado, no pátio do Restaurante Sal e da Galeria Vermelho, em Higienópolis, na madrugada do dia 21/4/2012. O festival contou com divulgação “boca a boca” através do facebook  e carregou um público tão grande ao espaço que, mesmo com chuva, milhares de pessoas aguardaram em uma fila gigante para entrar no pátio onde estavam dezenas de barracas com comida de chefe com preços entre R$15,00 e R$30,00. Houve também o Chefes na Rua, na chamada Virada Gastronômica, durante a Virada Cultural de 2012, replicada e mais organizada em 2013. Depois disso, outro grupo organizou a feirinha gastronômica da Vila Madalena, que hoje ocupa a praça Benedito Calixto aos domingos. O público aprovou e vem apoiando cada vez mais estas iniciativas.

A comida de rua tem conquistado espaço também nos chamados Food Trucks. Muito comuns nos Estados Unidos e em algumas capitais européias, a partir da lei que regulamenta este comércio em São Paulo, vários empreendedores vêm investindo neste nicho de mercado. A idéia é oferecer uma comida bem elaborada, que foge do sanduíche e da pizza (mas que também podem ser oferecidos, sempre em versões gourmet), feitas por chefes de cozinha a preços acessíveis. Estes furgões ficam em locais diferentes a cada período, que pode variar de dias a semanas, e divulgam seus cardápios e localização para seguidores de suas páginas no Facebook. Esta é uma oportunidade de montar o próprio negócio, com um conceito bem definido, e investimento e custo fixo menores que em um estabelecimento convencional, além de ter um feedback praticamente instantâneo, proporcionado pela grande proximidade do público com o chefe de cozinha.

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