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Chefs em Dia de Solidariedade

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DURANTE ESTA SEMANA, TODOS OS DIAS, MATÉRIAS ESPECIAIS DA COBERTURA DA COPA GASTRONÔMICA GOLS PELA VIDA, QUE REUNIU 15 CHEFS DO BRASIL E DO MUNDO NA SALA SÃO PAULO.

Chefs em Dia de Solidariedade 1
Roberta Sudbrack prepara o Cachorro Quente Nordestino
Foto Patrícia Guimarães

Um timaço de chefs se reuniu ontem na Sala São Paulo durante a Copa Gastronômica Gols Pela Vida, em um evento que uniu boa gastronomia, música de qualidade e principalmente solidariedade de todos que participaram. Entre 11h e 17h, no Dia dos Pais, o público lotou as salas com vista para a Estação Júlio Prestes e pode apreciar chefs servindo o próprio prato aos clientes. Também, não é para menos. Em poucos passos foi possível se revezar entre os estandes de chefs consagrados como o padrinho do evento, Claude Troisgros, com o filho Thomas, Iñaki Aizpitarte, sensação do momento em Paris, Ken Hom, considerado o melhor chef chinês dos últimos tempos, a carioquíssima Roberta Sudbrack, que acabou de voltar das olimpíadas, e tantos mais. No total, 15 chefs se reuniram sob a batuta de Claude servindo pratos regionais espelhados nos próprios restaurantes.

Chefs em Dia de Solidariedade 2
Claude Troisgros e seu Linguado com Pirão de Tucupi
foto Patrícia Guimarães

Toda a arrecadação do evento foi destinada ao Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, que é uma unidade de pesquisa científica do Complexo Pequeno Príncipe, formado por um hospital, faculdades e o Instituto, criado em 2005 para desenvolver pesquisas com o objetivo de aumentar o percentual de cura de doenças complexas que afligem crianças e adolescentes.

O Senhora Mesa esteve lá e conferiu de perto o trabalho de todos os chefs. Cada um serviu 900 pratos individuais. O difícil foi escolher qual comer, entre três opções de sobremesa e 11 salgados. Rodrigo Oliveira, do Mocotó serviu além do famoso Baião de Dois, os disputados dadinhos, uma espécie de pão-de-queijo em quadradinhos, servido com um molho todo especial, que,  junto com o prato típico nordestino, se tornou sua marca registrada. “É o primeiro ano que eu participo, e acima de tudo a causa é belíssima, louvável. O formato desse tipo de evento é perfeito. Deixar as pessoas livres para provarem de repente, num bocado, comida do Mocotó, do Chateubriand e na sequência da Roberta Sudbrack, é muito lúdico, é divertido e a melhor maneira de ajudar”, contou Rodrigo para o Senhora Mesa. Pra ele, o melhor de tudo é o contato mais próximo com o público. “Muitas vezes no restaurante o ritmo é tão intenso, que mesmo os clientes estando tão perto, não temos a oportunidade de conversar. Aqui, toda a dinâmica do evento é para proporcionar esse contato”.

Roberta Sudbrack, que acabou de voltar de Londres – onde chefiou a cozinha olímpica brasileira -, voltou às origens para eleger o Cachorro Quente Nordestino como prato do dia. “É a segunda vez que eu participo. Praticamente vim direto de Londres pra cá, e é muito gratificante. Eu conheço o hospital e o trabalho que eles fazem. Todos estão se doando por inteiro, com carinho, fazendo coisas gostosas e saborosas. A escolha do prato tem a ver com a minha história, quando eu comecei a vida vendendo cachorro quente. Fizemos uma adaptação para o cachorro quente nordestino, que é bem simples, leva carne moída, tomate, azeitona e ovinho cozido. Uma opção bem caseirinha para um domingo à tarde”, disse, completando que ter o contato com o visitante é algo que gostaria de fazer todo dia. “Essa proximidade é o mais bacana de tudo”.

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Rodrigo Oliveira (Mocotó) e seu Baião de Dois.
Foto Patrícia Guimarães

Com toda a simpatia, assim como os amigos chefs que acolheram o evento, Claude cozinhou ao lado do filho Thomas. “São amigos pessoais, feitos em 32 anos de Brasil. Eu fico muito agradecido e emocionado com a participação de todos. É uma prova que temos um Brasil em plena forma e estamos todos juntos pela mesma causa”.  A maior parte dos pratos priorizou produtos da culinária brasileira, um pedido de Claude. “O uso de alimentos brasileiros começou  muito tímido e hoje está em plena forma. O produto nacional está crescendo de uma maneira inacreditável e a técnica dos chefs também. Temos uma cozinha brasileira moderna, que valoriza as raízes, o que é sensacional”, disse. No menu da dupla, Linguado com Pirão de Tucupi. “É um prato com acidez, uma marca da família Troisgros. Esse elemento tem a característica de fazer a boca salivar, o que melhora a percepção da comida”. Na finalização, por cima do linguado, foram repousadas folhinhas de jambo, planta capaz de deixar a ponta da língua dormente.

No próximo post, os pratos e entrevistas com Morena Leite com a Moquequinha de Aratu com Farofa de Beiju, Carla Pernambuco e sua Cocada de Forno e Celso Freire com o tradicional “Barreado”.

 

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